Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 30 de julho de 2013

As minhas sobrinhas adoptaram-me


E como não me posso dividir em duas para ir com elas para as suas casas trago-as comigo para a minha! Já dizem que não querem ir de férias com os pais.
















sexta-feira, 1 de março de 2013

Parabéns aos meus pais que fazem hoje 44 anos de casados





Muitos beijinhos para eles e muitas coisas boas neste dia. Vou fazer todos os possíveis para que assim seja. Beijinhos também para uma das minhas afilhadas que faz hoje 6 anos.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Mais algumas lembranças




Este fim de semana e com o mau tempo que esteve apeteceu-me ficar em casa sossegadinha e cozinhar para as minhas filhotas. Depois fiquei sentada a vê-las regalarem-se com os petiscos que pediram para eu fazer. Estavam de comer e chorar por mais, segundo elas. Eu pouco comi; satisfaz-me mais cozinhar  para os outros.

Por falar em mau tempo, hoje perdi o meu carro! Pois! Fui às compras e como estava um sol lindo vim a pé e só quando cheguei a casa é que dei conta de que me faltava o carro!

Foi durante o tempo que estive em Paris que aprendi a cozinhar. Trabalhei dois anos como cozinheira em casa de uns condes franceses e italianos. Quando fui à entrevista para ver se conseguia o lugar, tinha eu 19 anos, não sabia fritar um ovo. Estava mais habituada a trabalhar no campo do que a cozinhar. Na entrevista com a condessa disse, por indicação da minha prima que trabalhava lá como "baby-sitter", que sabia fazer tudo. 

Como já tinha referências dadas pela minha prima consegui o lugar. Foi também ela que depois me ensinou a cozinhar. 

O primeiro prato que cozinhei foi dourada no forno. Ainda me lembro de como estava insegura e nervosa mas não deixava transparecer. No final disseram que estava muito bom.

Hoje cozinhar é como uma terapia para mim. Quando estou cansada ou aborrecida quem ganha é quem come cá em casa. Tanto faço pratos já conhecidos como gosto de inventar.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Porque faz bem à alma


Há já alguns dias que o meu pai está menos bem disposto. Hoje de manhã quando cheguei do trabalho perguntei-lhe o que é que ele tinha e porque é que estava assim; disse-me que estava chateado com ele próprio porque se sentia aborrecido. Perguntei-lhe se queria ir dar um passeio, ver o mar, ou o que ele quisesse. Perguntou-me para que é que servia o passeio  e eu disse-lhe que fazia bem à alma. Disse-me para ter juízo. Meia hora depois quando voltei ao quarto perguntou-me se a proposta ainda estava de pé?

























Pelo caminho cantou-me algumas cantigas que costumava cantar quando era mais novo. Só consegui a letra de duas que achei muito engraçadas:

Esqueleto mirrado

Passei pelo cemitério
Era quase noite escura
Vi um esqueleto mirrado
Em cima da sepultura

Em cima da sepultura
Sem ter língua me falou
Olha p'ró triste estado
Em que a morte me deixou

Já fui belo e formoso
E agora estou nesta sorte
Já fui retrato da vida
E agora sou o da morte.

Terramoto de um grolo

Forte bêbeda apanhei
Naquele Domingo passado
Deram as bruxas comigo
Fiquei todo espernegado

Dizia às pernas vamos lá
 Mas a cabeça não queria
E era asneira que fervia
E conversava só cá comigo

Esteja quieto senhor vinho
Não lhe admito chalaças
Não se meta com quem passa
Deixe-me cá viver sozinho

Embirro e meto o focinho
ali pelo rio fora
Deram as bruxas comigo
O que há-de ser de mim agora

Sigo ali ó valinho
Ó bacelo do Migalha
Mesmo se uma perna me falha
Por aqui é o caminho

Eu me levanto e sigo
Para dentro de um balado
Deram as bruxas comigo
Topei-me em casa deitado

O tão pouco fazer mal
Foi o que eu admirei
16 quartilhos e tal
foi a porção que eu calculei.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Mais um Natal que passou



Este ano tive as minhas irmãs e sobrinhos que vieram passar o Natal cá a casa. Esmerei-me para os receber; tanto que ainda por aqui estão! Gosto de ter a casa cheia de gente bem disposta e de canalha alvoraçada. O Santiago, esse, nem pode de tão contente que fica de poder brincar e passear com eles. O meu pai ficou emocionado e anda muito bem disposto.