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sábado, 25 de maio de 2013

Um saboroso empadão de delícias do mar que “virou” massada de peixe



Com um sorriso e uma calma que me são muito habituais nos dias de festa ou quando recebemos gente para comer no lar, abri a porta do frigorífico e fiquei de boca aberta! No lugar onde deviam estar os tabuleiros com um empadão de delícias do mar vi apenas uma dúzia de postas de peixe cozido e um arroz branco, sem graça nenhuma, para acompanhar. Já a contar com os convidados, havia vinte e duas pessoas para jantar!
Tinha sido tudo organizado com quinze dias de antecedência; tinha-se consultado a ementa da Eurest com finalidade de se aproveitar o que já estivesse programado para esse dia; suprimiu-se a sopa, optou-se por uma entrada de tostas de orégãos com tomate frito e manjericão; de seguida o empadão com uma salada de alface, temperada com coentros, azeite, sal e um pouco de vinagre; para finalizar, a sobremesa (uns crepes acompanhados de gelado e nutella, de comer e chorar por mais). Ficou também acordado que no dia do jantar eu me encarregava de comprar o que fosse necessário.
Fecho o frigorífico a toda a pressa e corro para o escritório para contar à minha chefe tão decepcionante descoberta, ao mesmo tempo que penso numa alternativa. A caminho olho de esguelha para a bancada onde estavam espalhadas as compras que eu tinha carregado pelas escadas até ao segundo piso; entre elas havia cinco quilos de tomate cacho, um molho de manjericão fresco, rúcula e coentros para a salada. Tento imaginar uma maneira de modificar a ementa com aquilo que ali tinha. Uma vez que ela estava ao telefone, fiz-lhe sinal e por gestos disse-lhe que não havia empadão! Continuou ao telefone por mais 10 minutos, ao fim dos quais veio ter comigo, de mãos ao peito, para me dizer que por pouco não lhe deu uma coisinha má!
Depois de darmos algumas voltas percebemos que tinha havido confusão entre as ementas normais (empadão) e as ligeiras (peixe cozido). Em conversa sugeri, então, que se aproveitasse o peixe para se fazer uma massada, mudando assim a ementa: para entrada seriam servidas as tostas com sopa, aproveitando-se o tomate e o manjericão para juntar ao peixe desfiado e à massa. A sobremesa resistiu heroicamente a tantos percalços, para deleite e proveito de todos.
 A massada, que não estava de todo prevista na ementa, ficou sublime. Correu tudo lindamente. As risadas, o bem-estar e o contentamento de todos nós foram contagiantes. Foi um sucesso e ainda fui elogiada por me ter desenrascado tão bem.






















quarta-feira, 3 de abril de 2013

Ouvi na Rádio Renascença


Que o dia de hoje seria dedicado a todas as pessoas que soubessem o que era pôr a roupa a corar. Achei muito engraçado. Viva, hoje é o meu dia!

Quando ia com a minha mãe lavar para o rio, havia algumas peças em que as manchas custavam a sair; então ensaboabam-se bem essas peças e punham-se em carreirinhas seguidas ao sol a corar. E milagre as manchas desapareciam!







quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Do meu quase susto e do susto de hoje!



Hoje e depois de um dia agradável e sereno, ao cair da noite quando ia para a minha aula de yoga tive um pequeno descuido e bati no carro da frente, houve várias travagens e por azar fui a única que bateu, não foi nada sério mas o Sr. do outro carro quis fazer uma participação amigável por causa dos sensores do pobre carrito! Este foi o quase susto.

Quando chego a casa vejo o Santiago todo estendido no chão e a babar-se todo, e aqui é que foi o susto! Já está a recuperar, depois da visita ao veterinário e de uma injecção já quer começar a saltitar. A saber que engordou mais 5 Kg, pesa agora 21,5 Kg, o veterinário diz que está óptimo e garantiu-me que não é desta que ele morre!

Agora vou ver se consigo dormir um soninho sossegado.